Pense antes de gritar aleluia!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Os Cristãos Deveriam Celebrar o Halloween

A cada ano por volta desta época, crentes na Bíblia começam a se perguntar acerca do
Halloween - o Dia das Bruxas. Basta ouvir o sermão dominical de muitas igrejas para
ouvir a história maligna desse feriado. Ou então visitar a livraria cristã local e encontrar
diversos volumes sobre a iniqüidade do Halloween e como aqueles que se chamam
"cristãos" não deveriam celebrar este dia de que as crianças tanto gostam. Muitos crentes
decidem não celebrar esta festa por causa das raízes pagãs e da glorificação da bruxaria e
do mal. Por isso, não permitem as crianças de irem buscar doces, jardins não são
decorados e fantasias são abandonadas. Enquanto outros grupos religiosos simplesmente
dizem às pessoas para ignorarem este feriado completamente.
Mas depois de muita pesquisa sobre o assunto, e de ler muitos livros sobre a origem do
Halloween, eu cheguei à única e chocante conclusão lógica possível. Os cristãos
deveriam celebrar o Halloween. Sim, eles não deveriam impedir seus filhos de
participarem desse dia de fantasmas e duentes. Veja bem, promover o Halloween evita
que os cristãos se tornem hipócritas, e os libera quanto a terem que seguir a verdade de
suas próprias palavras.
Acaso o Halloween tem raízes em adoração falsa? Sim, tem. Acaso a Bíblia fala contra
crentes agirem como pagãos? Sim, fala. Acaso é o Halloween um importante feriado do
Satanismo e da Wicca? Sim, é. Existem passagens bíblicas contra a celebração de
feriados pagãos? Sim, existem.
Faça apenas uma pequena pesquisa e o escrutínio das Escrituras revela estes fatos.
Porém, muitas pessoas não param tempo o suficiente para se indagarem se o que eles
estão fazendo está certo ou não. Sim, o Halloween tem raízes ancestrais na adoração dos
druídas e dos celtas. E tudo desde a brincadeira das maçãs até o vestir tais fantasias, o
fazer uma lanterna de abóbora, tudo tem raíz pagã e pode ser traçado de volta até a
adoração falsa. Mas apesar destes fatos e do dia ser tão maligno, os cristãos deveriam
celebrar o Halloween e até mesmo as igrejas deveriam encorajar seus membros a se
divertirem na noite de Halloween. Isso, é claro, a não ser que os cristãos estejam
dispostos a abandonar a TODOS os feriados e práticas pagãs. Com relação à adoração
falsa e ao paganismo, é ou tudo ou nada. Você não pode simplesmente pegar e escolher o
que desejar.
Francamente, a questão não é se um crente deveria celebrar o Halloween. A questão real,
a questão com a qual estamos lidando é: "deve um crente observar feriados e ações
pagãs?"
Você concorda que todos os que crêem na Bíblia devem obedecer às Escrituras e "não
seguir o caminho dos pagãos?" Você tem a mesma opinião dos escritores da Bíblia de
que os que crêem devem ser separados e diferentes? Caso afirmativo, então temos que
mudar mais do que o Halloween. Caso contrário, você não estará fazendo mais do que
dizendo uma coisa e fazendo outra - rejeitando um feriado pagão enquanto aceita outros
feriados pagãos. Creio que a Bíblia diz que uma "pessoa de mente dobre é instável em
todos os seus caminhos." Então, não diga para os seus filhos não celebrarem o Halloween
se você irá permitir que eles abram presentes em 25 de dezembro. Não proíba seus filhos
de buscar doces, se você os permite de comemorarem a Páscoa romana. Não deixe de
celebrar festas de Halloween e de colheita se você guarda o domingo (ie. dia do deussol).
Fazer tal coisa só misturaria verdade com falsidade, luz e trevas, e mandaria sinais
misturados a qualquer pessoa ao seu redor.
A verdade é que assim como o Halloween tem origens no paganismo, assim também tem
o Natal, a Páscoa romana, a adoração no domingo, e muitos outros feriados e práticas.
Basta abrir uma enciclopédia ou fazer uma simples busca na internet por "feriados
pagãos" e você descobrirá que milhões de cristãos ao redor do mundo celebram dias e
celebram de formas que não só estão embebidas no mal, mas também estão em franca
oposição à própria Bíblia.
E uma pesquisa um pouco mais profunda revela que o Natal é provavelmente muito mais
pagão e maligno do que o Halloween. Além da questão óbvia do papai-noel, a maioria
das tradições cristãs de Natal têm raízes na falsa adoração, inclusive a data de 25 de
dezembro, a figura da mãe com o filho, e até mesmo a árvore de Natal. Decorar uma
árvore com esses propósitos é claramente contra a Bíblia, que diz em Jeremias 10:2-4:
"Assim diz YHWH: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os
sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são
vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice.
Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se
mova." Este versículo mostra claramente que não se deve ter uma árvore de natal. Repare
que se isso é errado aos olhos do Altíssimo, então nem mesmo as boas intenções a
santificam.
Então, você está disposto a deixar o feriado maligno do Natal? E quanto à Páscoa romana
e à adoração ao deus-sol? Caso contrário, você pode perfeitamente se fantasiar com seus
filhos e irem juntos pegar doces.
Sim, os cristãos devem celebrar o Halloween, a não ser que estejam dispostos a
abandonarem TODO o paganismo e aceitarem a verdade de uma cultura bíblica
arraigada nas Festas de YHWH e não em festas pagãs, e em uma herança hebraica cheia
de costumes e tradições bíblicos. É triste dizer isso, mas a cultura do Cristianismo, em
grande parte, de nada difere da cultura do mundo. E quanto a isso a Bíblia é clara que os
crentes deveriam ser santos e "estarem no mundo mas não serem do mundo." E ainda
assim a maioria dos cristãos aceitou festas mundanas cheias de adoração pagã e rejeitou
as festas bíblicas com a adoração verdadeira. E você? Acaso você é sério o suficiente em
sua fé para abandonar as práticas pagãs e adotar a adoração bíblica? Ou você não está
disposto a rejeitar as ações malignas em detrimento da verdade bíblica? A escolha é sua.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Jesus e o sistema

“Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes me odiou. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.” João 15.18-19

A palavra em grego traduzida aqui como mundo é Kosmos. Essa palavra representa ordem ou sistema. No novo testamento todas as vezes que vemos esta palavra está se referindo a um sistema .
Em João Jesus está deixando claro que os seus verdadeiros discípulos são odiados pelo sistema(mundo). Muita atenção com aqueles que se dizem igreja e sempre estão de bem com o sistema, vivem na mídia do sistema em perfeita harmonia.

Vivemos em um sistema perverso, onde as pessoas são números. Estão sempre sendo treinados para consumir.

Até que ponto o sistema te atrai e te seduz? Lembre-se de 1João 2.15-17 e Tiago 4.4. Se o sistema te seduziu e te acolheu você se tornou inimigo de Deus. Pense nisso.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sábado ou Domingo?

Na Bíblia, o primeiro dia da semana, ao qual chamamos de Domingo, é mencionado somente oito vezes.
As quatro primeiras são:
Mateus 28:1, Marcos 16:1-2, Lucas 24:1, João 20:1.
Estas passagens dizem a mesma coisa sobre o mesmo assunto:
que as mulheres foram ao sepulcro, no primeiro dia da semana para ungir o corpo de Jesus.
Em nenhuma delas há qualquer referencia à santidade do Domingo ou a santidade do dia da ressurreição de Cristo.
Jesus guardou o Sábado até na morte.
Morreu na Sexta,
descansou no Sábado,
e ressuscitou no Domingo.
As outras passagens são as seguintes:
Marcos 16:9
Fala que Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana e que apareceu para Maria Madalena.
Neste texto também, nada há referente à santidade desse dia.
João 20:19
Diz que os discípulos estavam trancados em casa, com MEDO dos Judeus.
Vale acrescentar que eles estavam reunidos desde Sexta-feira. Eles também temiam ser presos e julgados. Não era uma reunião religiosa.
Atos 20:7
Esta é a primeira passagem que menciona uma reunião religiosa no primeiro dia da semana, o Domingo. Paulo estava em Trôade há sete dias e iria partir para continuar sua viagem no dia seguinte, a fim de dar as últimas mensagens.
Por isso, convocou a reunião com os Cristãos.
Não existe nada neste verso sobre a santidade do Domingo ou coisa que se assemelhe a isso.
Era uma reunião religiosa, como a que hoje fazemos aos Domingos à noite, às Terças ou Quartas-feiras. O fato de nos reunirmos nesse dia não o torna mais ou menos santo.
1 Coríntios 16:2
Este verso diz que o primeiro dia da semana era o dia destinado à separação das coisas que iriam ser doadas aos necessitados. Note que o apóstolo ia de casa em casa fazer a coleta. Não era um dia de reunião, nem era considerado sagrado.
Então, como vemos, não há nada nessas oito citações bíblicas que contenha algum mandamento indicando a guarda do primeiro dia no lugar do Sábado.
Não há nada que fale da santidade do dia da ressurreição ou que deveríamos guardar o Domingo de alguma forma. E também não há nada que anule qualquer um dos Dez Mandamentos.
Então, repito a pergunta:
Se Jesus tivesse a intenção de mudar algum dos mandamentos, será que Ele não teria dito isso claramente?
Teria ele se “esquecido” de um assunto desta importância e deixado a ordem apenas nas entrelinhas?
Se acreditamos na Bíblia como fonte de toda verdade sobre Deus e Sua vontade, chegamos à conclusão de que nada foi dito ou escrito no sentido de provocar uma mudança do dia de guarda do sétimo dia, O SÁBADO, para o primeiro dia, O DOMINGO.

Além do mais, Cristo afirmou que sua Lei não mudaria, e que Ele veio cumpri-la mas não revogá-la.
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.”
Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.”
Mateus 5:17,18
Então, chegamos a uma pergunta crucial:
Quem, quando, como, e com que autoridade mudou o Santo Dia do Senhor DO Sábado PARA o Domingo?
A Mudança
O primeiro dia da semana era considerado, pelos antigos Babilônicos, como dia de culto ao Sol.
No ano de 274 depois de Cristo, o Imperador romano Aureliano adotou o culto ao Sol como religião oficial. O imperador instituiu o primeiro dia da semana, o Domingo, como o venerável dia do Sol, ou DIES SOLIS no Latim.
Ainda hoje, em algumas línguas, o Domingo mostra suas origens: SUNDAY (em Inglês) e SOONTAG (em Alemão) querem dizer “Dia do Sol”.
Sábado em Hebraico quer dizer “descanso”.
Em 321 D.C, o Imperador Constantino, baixou um decreto obrigando a todos os que viviam sob seus domínios a honrar o dia do Sol:
“ Que os juízes e o povo das cidades,bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol. Aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender, livre e desembaraçadamente, aos cuidados da lavoura”
Convém lembrar que, desde aproximadamente o ano 100 D.C, a religião Cristã era veementemente perseguida por Roma, e que centenas de milhares perderam suas vidas defendendo e provando sua fé diante dos leões e das labaredas de fogo.
Esta perseguição só teve fim com a “conversão” do imperador Constantino ao Cristianismo.
Esta “conversão” política tinha o claro objetivo de apaziguar as perseguições, bem como o de conceder poder à ascendente e poderosa religião Cristã.
Nessa ocasião, muitos dos costumes da religião oficial de Roma, o culto ao Sol, foram mescladas ao Cristianismo com o objetivo de atingir mais facilmente os pagãos.
Um desses costumes foi a guarda do Domingo junto com a do Sábado, ou seja, a criação do nosso final de semana.
Tiveram origem, a partir dessa data, várias festas religiosas, que utilizaram motivos e datas pagãos, para converter os incrédulos, mais facilmente, como por exemplo:
A Páscoa Cristã no lugar do ritual de fertilidade
O Natal de Jesus no lugar do sostício de outono.
Cerca de 40 anos mais tarde, a Igreja Cristã, já mais poderosa e organizada, através de seus Bispos, realizou o Concílio de Laodicéia, onde, oficialmente e sem nenhuma intervenção Divina, mudou o Santo dia de guarda do Sábado para o Domingo:
“ Os cristãos não devem judaizar,ou estar ociosos no Sábado, mas trabalharão nesse dia; o dia do Senhor (Domingo), entretanto, honrarão especialmente, e, como Cristãos, não devem, se possível, fazer qualquer trabalho nele. Se, porém, forem achados judaizando, serão separados de Cristo.”
(Cânon 29, do Concílio de Laodicéia, em 364 d.C.).
Este surpreendente decreto nos apresenta duas verdades:
A primeira é que, ao contrário do que muitos afirmam, o Sábado era observado e honrado pelos Cristãos até o quarto século depois de Cristo.
Se não fosse o caso, não haveria necessidade de um decreto para desobrigá-lo.
A segunda verdade é que não houve qualquer base bíblica para a mudança do dia de adoração.
O objetivo aqui era que os Cristãos não fizessem nada que lembrasse o Judaísmo, ou seja, o povo que matou o Senhor Jesus Cristo.
Este ato revela o grande sentimento anti-semita
vigente na época, e a ânsia, a qualquer preço, de distinguir os Cristãos desse povo.
Notem que a ordem do concílio é guardar o Domingo “se possível”, enquanto é bem enérgico
em dizer que quem guardar o Sábado “será separado de Cristo”.
Como vemos, a mudança foi gradativa do Sábado verdadeiro para o Domingo.
Foi também forçada e sem qualquer base nas Escrituras.
Veja o que disse o Cardeal Gibbons, arcebispo de Baltimore e primaz da Igreja Católica nos Estados Unidos:
“Podereis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As escrituras ordenam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca observamos.”
Faith of our fathers, Pg. 89, 1896.
Nunca foi da vontade de Deus que sua Santa Lei fosse revogada e reescrita, embora esses atos humanos já fossem previstos tanto no Novo, como no Velho Testamento:
“Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.”
Atos 20.29-30
“Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai. Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós
no Filho e no Pai.”
I João 2.23-24
“Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará
os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a Lei; e os santos lhe serão entregues por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”
Daniel 7.25
“O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou.”
Daniel 8:12.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jesus e a Lei

Vivemos um período da igreja onde tudo pode e tudo é permitido por conta da graça. Os que levaram a igreja a esse estágio de promiscuidade e mornidão alegam que a Lei foi removida pela graça. Mas essa bagunça na igreja de nosso tempo é justificável por esse argumento? Gostaria de falar hoje sobre o que Jesus fala sobre a lei. Jesus revogou a lei? E o que é a Lei?

Bem, vamos por parte, primeiro o que é Lei. Jesus fala algo interessante em Mateus 5.17-20.

“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra.
Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos céus. Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não for muito superior à dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão no Reino dos céus.”

Vejamos, a Lei é os cinco primeiros livros das Escrituras judaicas (e do nosso AT). E os Profetas não são somente os profetas posteriores — Isaías, Jeremias e Ezequiel, a que chamamos “profetas maiores”, e os 12 “profetas menores” (compilados num só volume pelos judeus sob o título Livro dos doze) —, mas também os chamados profetas anteriores (Js, Jz, Sm e Rs). No todo, “a Lei” e “os Profetas” designavam a totalidade do AT, incluindo os “Escritos”, a terceira seção da Bíblia hebraica. Mateus introduz uma citação dos “Escritos” (Sl 78.2) com “o que fora dito por meio do profeta”.
Outro ponto que entendemos nesse texto de Mateus é que Jesus não revogou a Lei e sim veio cumprir.
Jesus cumpriu a lei no sentido de dar a ela seu significado pleno. Realçava seus princípios profundos e subjacentes, além do compromisso total para com ela, mais que a observância e a obediência meramente externas.
Qual o significado pleno da Lei? Interrogado por doutores da Lei Judaica Jesus explica o que significa o cumprimento da Lei. Vejamos Mateus 22.34-40.

“Ao ouvirem dizer que Jesus havia deixado os saduceus sem resposta, os fariseus se reuniram. Um deles, perito na lei,o pôs à prova com esta pergunta: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”
Respondeu Jesus: “ ‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’.
Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”.”
Aqui Jesus não trouxe nada novo, apenas explicou o que diz a Lei em Deuteronômio 6 e Levítico 19. Uma coisa que chama a atenção é o verbo que Jesus usa para a palavra amar. Ame. O verbo grego não é phileo, que denota afeição entre amigos, mas agapao, compromisso de dedicação dirigida pela vontade, podendo ser exigida como obrigação.
22.37 de todo o seu coração [...] alma [...] entendimento. Com a totalidade do ser. O texto hebraico de Deuteronômio 6.5 traz “coração [...] alma [...] forças”, mas alguns manuscritos da Septuaginta (a tradução do AT em grego) acrescentam “entendimento”. Jesus combina os quatro elementos em Marcos 12.30.
A Lei não justifica ninguém, nós somos justificados pela graça (veja Efésios 2.5-10), só que a uma diferença aqui muito importante que gostaria de me deter. Não somos justificados pelas obras da Lei, mais uma vez justificados pela Graça obtida por meio de Jesus vivemos como justificados, e viver como justificados significa manifestar as obras da Lei em nossa vida. Veja o que Jesus nos ensina comparando com os dez mandamentos:


Êxodo 20.3-6
Não terás outros deuses além de mim.
Não farás para ti nenhum ídolo,nenhuma
imagem de qualquer coisa no céu, na terra,
ou nas águas debaixo da terra. Não te
prostrarás diante deles nem lhes prestarás
culto,porque eu, o SENHOR, o teu Deus,
sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos
pecados de seus pais até a terceira e quarta
geração daqueles que me desprezam, mas
trato com bondade até mil gerações aos
que me amam e obedecem aos meus
mandamentos.

1Corintios 10.14
Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria.


Êxodo 20.7
Não tomarás em vão o nome do SENHOR,
o teu Deus, pois o SENHOR não deixará impune
quem tomar o seu nome em vão.

Mateus 5.33-37
“Vocês também ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não jure falsamente, mas cumpra os juramentos que você fez diante do Senhor’.Mas eu lhes digo: Não jurem de forma alguma:r nem pelos céus, porque é o trono de
Deus; nem pela terra, porque é o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. E não jure pela sua cabeça, pois você não pode tornar branco ou preto nem um fio de cabelo. Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’, o que passar disso vem do Maligno.

Êxodo 20.8-11
Lembra-te do dia de sábado, para
santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles
farás todos os teus trabalhos,mas o
sétimo dia é o sábado dedicado ao SENHOR,
o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho
algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas,
nem teus servos ou servas, nem teus
animais, nem os estrangeiros que morarem
em tuas cidades. Pois em seis dias o
SENHOR fez os céus e a terra, o mar e tudo
o que neles existe, mas no sétimo dia
descansou. Portanto, o SENHOR abençoou
o sétimo dia e o santificou.
Mateus 12.1-14
Naquela ocasião Jesus passou pelas lavouras de cereal no sábado. Seus discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Os fariseus, vendo aquilo, lhe disseram: “Olha, os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido no sábado”.
Ele respondeu: “Vocês não leram o que fez Davi quando ele e seus companheiros estavam com fome? Ele entrou na casa de Deus e, junto com os seus companheiros, comeu os pães da Presença, o que não lhes era permitido fazer, mas apenas aos sacerdotes. Ou vocês não leram na Lei que, no sábado, os sacerdotes no templo profanam esse
dia e, contudo, ficam sem culpa? Eu lhes digo que aqui está o que é maior do que o templo. Se vocês soubessem o que significam estas palavras: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios’, não teriam condenado inocentes. Pois o Filho do homem é Senhor do sábado”.
Saindo daquele lugar, dirigiu-se à sinagoga deles, e estava ali um homem com uma das mãos atrofiada. Procurando um motivo para acusar Jesus,f eles lhe perguntaram: “É permitido curar no sábado?”
Ele lhes respondeu: “Qual de vocês, se tiver uma ovelha e ela cair num buraco no sábado, não irá pegá-la e tirá-la de lá? Quanto mais vale um homem do que uma ovelha!i Portanto, é permitido fazer o bem no sábado”.
Então ele disse ao homem: “Estenda a mão”. Ele a estendeu, e ela foi restaurada, e ficou boa como a outra. Então os fariseus saíram e começaram a conspirar sobre como poderiam matar Jesus.

Êxodo 20.12

Honra teu pai e tua mãe, a fim de que
tenhas vida longa na terra que o SENHOR,
o teu Deus, te dá.


Marcos 7.10-13
Pois Moisés disse: ‘Honra teu pai e tua mãe’ e ‘Quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado’. Mas vocês afirmam ceber de mim é Corbã’, isto é, uma oferta dedicada a Deus, vocês o desobrigam de qualquer dever para com seu pai ou sua mãe. Assim vocês anulam a palavra de Deus, por meio da tradição que vocês mesmos transmitiram. E fazem muitas coisas como essa”.

Êxodo 20.13
Não matarás.

Mateus 5.21-22

“Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’b,e e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’. Mas eu lhes digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Também, qualquer que disser a seu irmão: ‘idiota, será levado ao tribunal. E qualquer que disser: ‘Louco!’, corre o risco de ir para o fogo do inferno.

Êxodo 20.14

Não adulterarás.

Mateus 5.27-28
Vocês ouviram o que foi dito: ‘Não adulterarás’. Mas eu lhes digo: Qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.

Êxodo 20.15

Não furtarás.

Mateus 19.17-19

Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”.
“Quais?”, perguntou ele.
Jesus respondeu: “ ‘Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe’ e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’.



Êxodo 20.16

Não darás falso testemunho contra o teu próximo.

Mateus 19.17-19

Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”.
“Quais?”, perguntou ele.
Jesus respondeu: “ ‘Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe’ e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’.


Êxodo 20.17
Não cobiçarás a casa do teu próximo.
Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem
seus servos ou servas, nem seu boi ou
jumento, nem coisa alguma que lhe pertença”

Marcos 12.31

O segundo é este: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Não existe mandamento maior do que estes”.

Observe que o verdadeiro crente em Jesus que foi salvo e justificado por ELE manifesta características de salvo, e essas características são a visível pratica da Lei ensinada e amplificada por Jesus Cristo.